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O impacto da meditação mindfulness na resiliência celular: o que dizem os novos estudos de Harvard

Uma análise profunda sobre como práticas milenares estão sendo validadas pela biologia molecular contemporânea e o que isso significa para o futuro do SUS no Brasil.

Por Dr. Ricardo Almeida, PhD20 de junho de 2025
O impacto da meditação mindfulness na resiliência celular: o que dizem os novos estudos de Harvard

Pesquisadores da Harvard Medical School publicaram uma revisão sistemática que correlaciona oito semanas de prática regular de mindfulness com mudanças mensuráveis na expressão de genes ligados à inflamação crônica.

Os achados, divulgados na revista PNAS, reforçam o que estudos anteriores do MIT e da Universidade de Wisconsin vinham sugerindo: práticas contemplativas modulam o eixo HPA e podem complementar tratamentos convencionais para hipertensão, dor crônica e quadros depressivos leves a moderados.

No Brasil, a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) já contempla a meditação como oferta no SUS desde 2017. Especialistas defendem que a nova evidência clínica acelera a integração entre atenção primária e medicina baseada em evidências.